quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Quando não há caminho de volta...

Na história de Jacó e Esaú, encontramos o episódio citado em Hebreus 12.16,17, como uma advertência para nós hoje!
Detenho-me no versículo 17, quando cita o que Esaú quiz depois: "Porque bem sabeis que, querendo ele ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que com lágrimas o buscou".
Esaú quiz voltar atrás, mas era tarde demais! Não havia retorno!
No caminhar da vida, por vezes, entramos por caminhos que não há retorno.
Cometemos erros que não podem ser corrigidos, falamos palavras que não podem voltar, agimos de forma que não dar de reparar, mesmo que queiramos.
Esaú não achou lugar de arrependimento, ainda que o tenha buscado com lágrimas! Que triste!
Não havia como voltar atrás, e agora?
Agora, viver com o peso de ter tomado o caminho errado!
Arcar com as consequências, por mais difícéis que sejam!
Isso quer dizer que há coisas que fazemos que não adianta nos arrependermos?
Não, absolutamente não!
Entendo que o texto quer dizer que o arrependimento de Esaú não repararia o erro cometido.
Devemos nos arrepender sim para ficarmos bem e em paz com Deus, mas não sendo possível corrigir o erro, seguir a vida e tentar amenizar as consequências daqui para a frente!
Deus nos perdoa de todo pecado, mas não nos livra das consequências que o pecado traz.
Há pessoas que não suportam isso, e passam a viver amarguradas o resto da vida!
Esse não é o caminho!
Mesmo que não seja possível corrigir o erro, é possível corrigir o SER.
Deus nos mostra um novo caminho, nos dar uma nova oportunidade!
As coisas que para atrás ficam não podem nos impedir de continuar a vida!
Sei que os que passaram por isso jamais serão os mesmos!
Mas também sei que é possível um caminho novo e uma vida nova!
Siga-os!

Porque bem sabeis que, querendo ele ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que com lágrimas o buscou.
Hebreus 12:17
Porque bem sabeis que, querendo ele ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que com lágrimas o buscou.
Hebreus 12:17
Porque bem sabeis que, querendo ele ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que com lágrimas o buscou.
Hebreus 12:17
Porque bem sabeis que, querendo ele ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que com lágrimas o buscou.
Hebreus 12:17

Levantar-me-ei e irei ter com MEU PAI

Vários ensinos retiro da parábola do Filho Pródigo.
Um deles é sobre o grande e imensurável amor de Deus (o Pai) pelos seus filhos que, por algum motivo, se afastam do caminho e se perdem. Mesmo perdidos não deixam de ser alvos do Seu grande amor!
Mas destaco aqui a importante decisão tomada pelo pródigo no momento mais crítico da sua vida. Quando ele lembrou-se da casa do pai, onde até mesmo os trabalhadores eram bem tratados e ele, por ter se afastado, mesmo sendo filho, estava na extrema miséria.
A decisão foi: levantar-se e ir ter DIRETAMENTE com o seu PAI.
Sábia decisão!
Imagine se ele tivesse pensado em procurar o IRMÃO mais velho, antes de ir falar com o PAI?
Para que o irmão intermediasse o seu retorno à casa do Pai?
O que o irmão mais velho teria feito?
Pela reação dele, após ter constatado o que o pai havia feito por ele (o pródigo), é fácil concluir.
O irmão o teria REJEITADO e o mandado de volta à sua miséria!
Que ele não era mais digno de viver na casa do pai! Ele não era mais bem vindo àquela casa!
Que ele era desprezível por ter cometido tamanho pecado (ter gastado a herança da familia com meretrizes)!
Que ele teria que pagar pelos seus erros!
Que ele teria que sentir o peso de ter desprezado a casa do pai!
Que ele era "persona non grata"!
O Pai perdoa, o irmão (ou irmãos) NÃO!
O Pai aceita de volta, o irmão fica revoltado e rejeita!
O Pai abraça e beija, o irmão não quer nem chegar perto!
O Pai chama o pródigo de filho, o irmão recusa-se chamá-lo de irmão!
O Pai se alegra e dar uma festa, o irmão fica com raiva e nem uma palavra dirige a ele!
Essa é uma triste realidade!
Mas o melhor mesmo é nunca deixar a CASA DO PAI!
Shalom!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Minha Assembléia de Deus

Não considero minha igreja perfeita. Nem de longe! Nunca pretendi seja ela a única capaz de conduzir a Deus. Pelo contrário, tenho afirmado repetidas vezes que denominação ou movimento algum pode ter a pretensão de situar-se como Igreja Universal. Esta se constitui de todos os santos, de todos os fiéis, de todos os remidos pelo sangue do Cordeiro, nada importando o rótulo adotado pela comunidade em que militem.

Não digo “amém” ao exclusivismo, que entendo seja pecado, porque reconheço a missão da igreja evangélica, cada qual com suas peculiaridades e sua missão específica, e por isso mesmo defendo o respeito às características de minha Igreja, aos seus traços distintivos, à sua “fisionomia” própria, que a tornaram sui generis.

Apraz-me enfatizar que a minha Assembléia de Deus não é aquela “inventora de males”, acometida de miopia espiritual, capaz, por exemplo da falta de psicologia, é demonstração de desconhecimento de que cada região, de que cada país tem os seus próprios hábitos e costumes, os quais não podem ser simplistamente encarados e agredidos ou modificados sem maior cautela.

Minha Assembléia de Deus não é (nunca foi) aquela que condena os institutos bíblicos, tachando-os de “fábrica de pastores”; entendo que em seminário não se “faz” pastor. Ele é vocacionado por Deus, é chamado mediante o toque do Espírito Santo; contudo, estou convicto de que a incultura é limitadora, a desinformação bitola o raciocínio do homem, o despreparo nos coloca muitas vezes em situação de desigualdade ante aqueles com quem dialogamos (É verdade que o Espírito Santo nos capacita, nos possibilita a superação das limitações humanas, mas não sempre que o obreiro está de tal forma consagrado e disponível nas mãos do Senhor para transpor, pelo sobrenatural, os obstáculos que ele próprio constrói com sua incapacidade).

Minha Assembléia de Deus não é aquela que se perturba com a
ordem, com se fosse imprescindível muito ruído para que Deus possa operar (É certo que as manifestações do Espírito, quando autênticas, não geram escândalos, nem tumultuam o culto ao Senhor, que nosso Deus não é Deus de confusão – e Ele habita entre glorificações e louvores).


Minha Assembléia de Deus não faz proselitismo entre os denominacionais, nem os coloca no rol dos pecadores (Mesmo assim, espontaneamente, eles me procuram e dizem: “Pastor, eu não suporto aqueles cultos frios e formalistas que provocam sono e enfado. Eu quero poder de Deus, quero mais santidade em minha vida. Que devo fazer para mudar de igreja?”). 

Minha Assembléia de Deus não teme a mocidade, não obstrui o caminho dos mais jovens, antes os apóia, os encoraja, os estimula, os aconselha com paciência, ajudando-os no caminho da sua vocação bíblica; intercede em favor das “potestades” para que administrem, legislem e interpretem as leis com equidade e acerto, para que não usem dois pesos e duas medidas, para que não admitam a corrupção, seja ativa, seja passivamente.

Minha Assembléia de Deus não produz libelos contra as oposições, não as aponta como instrumento do demônio, porque ela tem a compreensão de que os que fiscalizam e criticam as autoridades ajudam também a governar e a evitar desmandos, cumprindo importantíssima tarefa, e contribuindo para o aperfeiçoamento do processo democrático.

Minha Assembléia de Deus não volta as costas à sociedade, com timidez nem com repugnância, antes ensina os crentes a serem participantes (até onde a participação venha a comprometer- lhes a imagem e a essência de cristãos verdadeiros), porque ela é concientizada a cumprir sua sagrada missão de “sal da terra” e “luz do mundo”.

Minha Assembléia de Deus não tolera a adoção de privilégios em favor dos ricos, brancos, cultos e “importantes”, contra os simples e humildes, lembrada de que Jesus teve especial carinho pelos pequeninos, pelos mais pobres, pelos exploradores e deserdados da terra.

Minha Assembléia de Deus não prega a luta de classes, porque a filosofia marxista é essencialmente Anticristo e porque ensinada por Jesus, o Príncipe da Paz.

Por outro lado, minha Assembléia de Deus não toma partido ao lado do patrão, porque o empregado é tão responsável e digno porque, muitas vezes perpetram iniqüidade e ofendem ao próximo e ao próprio Deus, com suas atitudes arbitrárias, cruéis e injustas.

Minha Assembléia de Deus é ensinada a buscar com insistência os dons espirituais, a manter-se no altar, a glorificar a Deus, não maquinalmente, mas como expressão de perfeita comunhão e verdadeiro quebrantamento; ao fugir do mal e da aparência do mal; a identificar e rejeitar as modas e modelos atentatórios à moral e ao bom senso, porque muitas vezes nascidos das impuras mãos de afeminados e de meretrizes e/ou das cúpidas mãos do condenável consumismo. 


Minha Assembléia de Deus combate frontalmente o uso de ritmos musicais inadequados ao ofício do culto, e jamais colocou em primeiro plano os cânticos, em detrimento dos testemunhos dos crentes e da pregação da Palavra de Deus. Minha Assembléia de Deus acolhe com honra a visita de personalidades, mas não superestima a presença, não coloca quem quer que seja como centro do culto, porque, para ela isto constitui usurpação da glória que se deve reservar somente ao Senhor.

Minha Assembléia de Deus não admite o menor movimento nos momentos de oração no templo (quando falamos com Deus), nem as conversações que confundem a igreja com clubes e feiras-livres.

Minha Assembléia de Deus estimula os crentes à leitura, além da Bíblia, de bons livros, revistas e jornais (não aqueles sensacionalistas, especializados em trombetear sobre os crimes e em promover delinqüentes), porque não podemos viver desinformados e ignorantes do que acontece ao nosso redor.

Em minha Assembléia de Deus os neófitos, com sua inexperiência e imaturidade, não tomam o lugar dos que falam com conhecimento das coisas de Deus e com a seriedade que se exige de um verdadeiro embaixador de Cristo.

Minha Assembléia de Deus, pelo temor que tem do Senhor, não acaricia os pecados dos seus maiores contribuintes, “Nem dos seus ilustres”, mas ama a todos com igual amor e a todo a trata com paciência até os limites do biblicamente admissível; e quando convoca alguém a comparecer perante o ministério, não costuma preocupar-se com a situação financeira nem a posição social do acusado.

Para minha Assembléia de Deus, os filhos do pastor e os filhos da mais apagada das famílias da igreja têm os mesmos deveres de santidade e obediência e as mesmas oportunidades, dependendo tudo do seu comportamento perante a sociedade e da dedicação à obra de Deus.

Reitero que, não obstante todos estes cuidados, minha igreja não é perfeita. Nem de longe! Ela é continuamente incomodada pelas falhas inevitáveis em uma instituição constituídas por homens. Mas ela é ensinada, noite, e dia, aproximar-se do padrão estabelecido pela Bíblia, do modelo que o Espírito Santo dita ao coração do crente, e a não apedrejar os exemplos indignos, mas a deles fugir com temor e tremor, a fim de que, no Grande Dia, não seja rejeitada por Jesus.

Talvez me fosse escusado descer a tais minudências, mas, por via das dúvidas, fique bem claro que o pronome tantas vezes aqui repetido não é possessivo, é tão só a expressão do grande amor que tenho pela minha igreja.

(Joanyr de Oliveira, Edições CPAD, publicado em março de 1994).

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Torne-se melhor!

Joel Osteen é o pastor da Igreja Lakewood, localizada em Houston, Texas, uma igreja com cerca de 25 mil membros, com uma participação semanal de 43.500 pessoas. Suas mensagens são sempre positivas e falando do potencial humano, que Deus deseja sempre o melhor para os seus filhos.
Além das mensagens, Joel Osteen é um escritor de bestsellers. Seu livro "Become a better you" (lançado no Brasil pelo Editora Thomas Nelson Brasil com o título de "O que há de melhor em você", a tradução literal seria "torne-se um você melhor") é um campeão de vendas. Dá prazer ouvir Joel Osteen! E mais, ele sempre aparece na mídia sorrindo. Nunca alguém ver ele triste, está sempre com um sorriso bem grande estampado no rosto, parecendo ser o homem mais feliz do planeta Terra.
Confesso que apesar de ter ganhado o livro de presente de aniversário há uns três anos atrás, ainda não o li. Bem, li a introdução. As palavras são fascinantes, incentivando-nos a sermos melhores do que somos em tudo. O autor propõe ajudar a nos tornarmos melhores. Muito interessante. Ele sugere 7 passos para a felicidade:
1. Continuar em frente.
2. Ser positivo consigo mesmo.
3. Desenvolver melhores relações.
4. Adotar hábitos melhores.
5. Abraçar o lugar onde você está.
6. Desenvolver sua vida interior.
7. Ficar apaixonado pela vida.
São conselhos interessantes e para um livro de autoajuda está bom!
Entretanto, a Bíblia é um livro por excelência para nos tornarmos melhores!
Basta ler e seguir as sábias palavras do Mestre dos mestres e de seus discípulos e apóstolos!
Sem contar o livro de Provérbios que são conselhos sábios e práticos para o dia-a-dia da vida!
Pena que são poucos os se interessam de fato pelo o que está escrito na Palavra de Deus! :-(
Seja melhor, LEIA A BÍBLIA!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Mais uma vez

E Sansão orou ao Senhor: "Ó Soberano Senhor, lembra-te de mim! Ó Deus, eu te suplico, dá-me forças,mais uma vez, e faze com que eu me vingue dos filisteus por causa dos meus dois olhos! " (Juízes 16:28 - NVI).

A história de Sansão é bem conhecida de todos. Já foi até tema de filme.

Sansão nasceu para ser nazireu de Deus, totalmente consagrado e dedicado a Deus.
Deus o aceitou como tal e lhe deu uma força acima do normal para que ele combatesse e prevalecesse sobre os seus inimigos.

Sansão se tornou um homem admirado por seu povo e temido por seus inimigos.
O nome de Sansão fazia estremecer o mais notável dos soldados filisteus. Ele era o campeão de Jeová e de seu povo!

Mas o grande herói sucumbiu diante de seus inimigos, ao relaxar os seus votos do nazireado e revelar o seu segredo à mulher que dizia amá-lo e em quem ele confiou. Há muitas "Dalilas" por aí!

O grande campeão foi vencido! Ficou cego e tornou-se escravo de seus inimigos!
Tornou-se atração e motivo de risos para aqueles que antes o temiam!

E é sendo zombado, desprezado, escravizado e cego que ele faz a oração do versículo acima.
A oração é simples mas o conteúdo muito profundo! Foi uma oração arrancada do fundo de sua alma!

Ao dizer "lembra-te de mim!" ele demonstrou que durante todo o tempo que ali esteve escravizado ele se sentiu esquecido por Deus! 
Na verdade, Deus não o esqueceu, mas devido ao seu estado físico e espiritual, certamente ele se sentia acusado por sua própria consciência, ciente do erro que havia cometido! É sempre assim com quem erra!

"Ó Deus, eu te suplico, dá-me forças, MAIS UMA VEZ". Sim, uma vez mais ele queria sentir a força de Deus fluir no seu corpo! Ele queria sentir o Espírito Santo de volta, a agir e atuar em sua vida como antes!

Deus atendeu-lhe a oração! Aleluia!

E pasmem, na sequência lemos: "disse: "Que eu morra com os filisteus!" Então, ele as empurrou com toda a força, e o templo desabou sobre os líderes e sobre todo o povo que ali estava. Assim, na sua morte, Sansão matou mais homens do que em toda a sua vida." (Juízes 16:30 - NVI).

A sua vitória final valeu mais do que todas as outras vitórias anteriores! Na sua morte, matou mais inimigos do que havia matado em toda a sua vida! Pagou o preço, mas venceu!!!

Não preciso dizer mais nada! O Deus de Sansão é o Deus que eu creio e sirvo!

Amém!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Catarse


Nos meus anos de faculdade, na matéria de filosofia, estudei as tragédias gregas Édipo Rei e Antígona.
Meu professor era fissurado nas tragédias gregas. Dava aula com tanta paixão que encantava os alunos.
Foi lá que tomei conhecimento da palavra "catarse".
Nunca a entendi completamente. 
O professor explicou que tal palavra tinha a ver com a purificação da alma do herói,passando da felicidade à infelicidade, purgando assim o mal cometido. Seria o ato de libertação, ou mesmo o sentimento provocando nos outros de que a justiça havia sido feita, tendo alguém pago o preço por algum mal cometido.
Dizia ele, o meu professor, que todos nós precisamos de uma catarse.
Precisamos de purificação ou nos sentirmos libertos dos erros que cometemos. Purgar nossos sentimentos, erros e consciências.
Há pessoas que, numa atitude de aliviarem suas lutas internas e suas próprias consciências, condenam nos outros aquilo que as incomodam. Seria isso uma forma de catarse através dos outros? Talvez seja!
Mas mesmo que alguém haja assim, não pode aliviar suas consciências e livrar-se da própria culpa e pecados. Há uma outra forma.
E que forma seria essa?
Bem, creio que a catarse que todos precisávamos já foi feita uma vez por todas há mais de 2 mil anos atrás!
Sim, alguém já pagou o preço por nossas culpas, erros e pecados!
Nossas consciências podem ser purificadas e nossos pecados perdoados, graças ao que esse Alguém fez!
O arrependimento e o aceitar do sacrifício da cruz em meu lugar é suficiente para purificar-me de toda a culpa e pecado. Eu creio!
Posso viver o que está escrito no Livros dos livros: "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus"!
Meus pecados passados, presentes e futuros foram pagos por Ele!
Minha CATARSE está completa!

domingo, 9 de junho de 2013

Pequei

Uma das grandes diferenças entre Saul e Davi era o significado que cada um dava ao dizer "pequei".
Encontramos Saul dizendo que havia pecado por algumas ocasiões, mas confessava por questão circunstancial ou mesmo conveniência. Vemos isso em 1 Samuel 15, quando disse que havia pecado e até mesmo pediu perdão, porém Samuel deixou bem claro que Deus já o havia rejeitado. Ao que tudo indica, Deus não aceitou o pedido de perdão de Saul. E por quê? Porque não foi sincero, não havia se arrependido de fato.
Já Davi foi diferente.
Mesmo tendo cometido horrendo pecado de adultério e assassinato, ao ser repreendido confessou prontamente o seu pecado e recebeu de Deus o perdão, mesmo tendo que arcar com as consequências do que ele havia feito.
Pecado é pecado e deve ser encarado como tal.
Não adianta mascarar ou dar outro nome a ele.
Também não adianta simplesmente dizer "pequei" sem uma atitude que denote um real e verdadeiro arrependimento.
Deus é misericordioso, mas Ele espera de quem peca um verdadeiro arrependimento. Deus sabe quem de fato se arrepende!
Se um dos significados do pecado é "errar o alvo", que o arrependido "acerte o alvo" daqui para a frente, é o que se espera de quem confessa "PEQUEI"!